segunda-feira, 20 de outubro de 2014
domingo, 19 de outubro de 2014
segunda-feira, 8 de setembro de 2014
Os escolhidos - meditação
Malaquias 3:16-18
16 - Então aqueles que temeram ao SENHOR falaram freqüentemente um ao outro; e o SENHOR atentou e ouviu; e um memorial foi escrito diante dele, para os que temeram o SENHOR, e para os que se lembraram do seu nome.
17 - E eles serão meus, diz o SENHOR dos Exércitos; naquele dia serão para mim jóias; poupá-los-ei, como um homem poupa a seu filho, que o serve.
18 - Então voltareis e vereis a diferença entre o justo e o ímpio; entre o que serve a Deus, e o que não o serve.
O evangelho está dividido.
E nessa divisão formaram-se dois grupos: os que servem a Deus segundo as Escrituras, e os que servem a Deus segundo o próprio ventre.
Isso não vem de hoje, desde os tempos antigos os homens falsamente serviam ao Senhor. Adoravam a Deus com os lábios, mais o coração estava longe do Senhor e da sua lei.
Embora milhares de crentes se reuniam semanalmente professando a fé em Cristo, é importante cada um de nós tomar cuidado quanto a qual grupo estamos inseridos.
Malaquias profetizou desses dois grupos. E esses dois grupos se encontrarão com o Rei da Glória e então veremos quem é Dele e quem não é.
Não se deixe levar pela facilidade e falsas promessas. O que você precisa de Deus será concedido no tempo certo se assim Deus achar que merecemos. Lute pelas coisas espirituais, batalhe pela sua salvação. Saia desse grupo onde eles não suportam correção, não toleram sã doutrina, fogem de oração e santificação e amam ser louvado pelos homens.
Um dia estaremos todos reunidos diante de Cristo Nosso Salvador, então, veremos a diferença entre o que serve e o que não serve a Deus.
Em Cristo,
Pr Jeferson Rangel
16 - Então aqueles que temeram ao SENHOR falaram freqüentemente um ao outro; e o SENHOR atentou e ouviu; e um memorial foi escrito diante dele, para os que temeram o SENHOR, e para os que se lembraram do seu nome.
17 - E eles serão meus, diz o SENHOR dos Exércitos; naquele dia serão para mim jóias; poupá-los-ei, como um homem poupa a seu filho, que o serve.
18 - Então voltareis e vereis a diferença entre o justo e o ímpio; entre o que serve a Deus, e o que não o serve.
O evangelho está dividido.
E nessa divisão formaram-se dois grupos: os que servem a Deus segundo as Escrituras, e os que servem a Deus segundo o próprio ventre.
Isso não vem de hoje, desde os tempos antigos os homens falsamente serviam ao Senhor. Adoravam a Deus com os lábios, mais o coração estava longe do Senhor e da sua lei.
Embora milhares de crentes se reuniam semanalmente professando a fé em Cristo, é importante cada um de nós tomar cuidado quanto a qual grupo estamos inseridos.
Malaquias profetizou desses dois grupos. E esses dois grupos se encontrarão com o Rei da Glória e então veremos quem é Dele e quem não é.
Não se deixe levar pela facilidade e falsas promessas. O que você precisa de Deus será concedido no tempo certo se assim Deus achar que merecemos. Lute pelas coisas espirituais, batalhe pela sua salvação. Saia desse grupo onde eles não suportam correção, não toleram sã doutrina, fogem de oração e santificação e amam ser louvado pelos homens.
Um dia estaremos todos reunidos diante de Cristo Nosso Salvador, então, veremos a diferença entre o que serve e o que não serve a Deus.
Em Cristo,
Pr Jeferson Rangel
sexta-feira, 22 de agosto de 2014
Poder do alto - Charles G. Finney
Apenas um trecho do seu livro: Uma vida cheia do Espírito
Poder do Alto
Peço vênia
para, através desta coluna, corrigir a impressão errônea recebida
por alguns dos participantes do recente Concílio em Oberlin, do
breve comentário que lhes fiz na manhã do sábado e, depois, no
domingo. Na primeira dessas ocasiões, chamei a atenção dos
presentes para a missão da Igreja, de fazer discípulos de todas as
nações, de acordo com o registro de Mateus e de Lucas. Afirmei que
essa incumbência foi dada por Cristo a toda a Igreja, da qual cada
membro está na obrigação de fazer da conversão do mundo o
trabalho a que dedique a sua vida. Levantei então duas questões: 1)
de que necessitamos, para conseguir sucesso nessa obra imensa? 2)
Como podemos obtê-lo?
Resposta -- 1.
Precisamos ser revestidos de poder do alto. Cristo anteriormente
informara aos discípulos que, sem ele, nada podiam fazer. Quando os
encarregou da conversão do mundo, acrescentou: "Permanecei,
porém, na cidade (Jerusalém), até que do alto sejais revestidos de
poder. Sereis batizados com o Espírito Santo não muito depois
destes dias. Eis que sobre vós envio a promessa de meu Pai".
Esse batismo do Espírito Santo, a promessa do Pai, esse revestimento
do poder do alto, Cristo informou-nos expressamente ser a condição
indispensável para a realização da obra de que ele nos incumbiu.
2. Como havemos de
obtê-lo? Cristo prometeu-o expressamente, a toda a Igreja e a cada
pessoa cujo dever é trabalhar para conversão do mundo. Ele
admoestou os primeiros discípulos a que não pusessem mãos à obra
enquanto não recebessem esse revestimento de poder do alto. Tanto a
promessa como a admoestação têm igual aplicação a todos os
cristãos de todos os tempos e povos. Ninguém, em tempo algum, tem o
direito de esperar bom êxito, se não obtiver primeiro o poder do
alto. O exemplo dos primeiros discípulos ensina-nos como obter esse
revestimento. Primeiramente consagraram-se a esse trabalho,
continuando em oração e súplicas até que, no dia de Pentecoste, o
Espírito Santo veio sobre eles e receberam o prometido revestimento
do poder do alto. Eis, portanto, a maneira de obtê-lo.
O Concílio pediu-me
que dissesse mais sobre o assunto, razão pela qual, no domingo,
tomei por texto a declaração de Cristo, de que o Pai está mais
pronto a dar o Espírito Santo àqueles que lho pedirem, do que nós
a darmos boas dádivas a nossos filhos. Disse a eles:
1. Este texto
informa-nos que é sumamente fácil obter-se o Espírito Santo, ou
seja, esse revestimento de poder da parte do Pai.
2. Isso se torna
assunto constante de oração: todos o pedem, em todas as ocasiões;
entretanto, à vista de tanta intercessão, é relativamente pequeno
o número daqueles que, efetivamente, são revestidos desse Espírito
do poder do alto! A lacuna não é preenchida: a falta de poder é
assunto de constante reclamação. Cristo diz: "Todo o que pede
recebe", porém não há negar que existe um "grande
abismo" entre o pedir e o receber, o que representa pedra de
tropeço para muitos. Como, então, se explica essa discrepância?
Tratei de mostrar
por que muitas vezes não se recebe o revestimento. Eu disse a eles:
1) De modo geral, não estamos dispostos a ter aquilo que desejamos e
pedimos: 2) Deus nos informa expressamente que, se contemplarmos a
iniqüidade no coração, ele não nos ouvirá. Muitas vezes, porém,
quem pede é complacente consigo mesmo; isso é iniqüidade, e Deus
não o ouve; 3) é descaridoso; 4) é severo em seus julgamentos; 5)
é auto-dependente; 6) repele a convicção de pecado; 7) recusa-se a
fazer confissão a todas partes envolvidas; 8) recusa-se a fazer
restituição às partes prejudicadas; 9) é cheio de preconceitos
insinceros; 10) é ressentido; 11) tem espírito de vingança; 12)
tem ambição mundana; 13) comprometeu-se em algum ponto e não quer
dar o braço a torcer, ignora e rejeita maiores esclarecimentos; 14)
defende indevidamente os interesses de sua denominação; 15) defende
indevidamente os interesses da sua própria congregação; 16)
resiste aos ensinos do Espírito Santo; 17) entristece o Espírito
Santo com dissenção; 18) extingue o Espírito pela persistência em
justificar o mal; 19) entristece-o pela falta de vigilância; 20)
resiste-lhe dando largas ao mau gênio; 21) é incorreto nos
negócios; 22) é impaciente para esperar no Senhor; 23) é egoísta
de muitas formas; 24) é negligente na vida material, no estudo, na
oração; 25) envolve-se demasiadamente com a vida material, e os
estudos, faltando-lhe por isso tempo para oração; 26) não se
consagra integralmente, e --27) o último e maior motivo, é a
incredulidade: pede o revestimento, sem real esperança de recebê-lo.
"Quem em Deus não crê, mentiroso o faz." Esse, então, é
o maior pecado de todos. Que insulto, que blasfêmia, acusar a Deus
de mentir!
Fui obrigado a
concluir que, nesses e noutros pecados é que se encontra a razão de
se receber tão pouco quando tanto se pede. Falei que não havia
tempo para apresentar o outro lado da questão. Alguns dos irmãos
perguntaram depois: "Qual é o outro lado?" O outro lado
apresenta a certeza de que receberemos o prometido revestimento de
poder do alto e seremos bem-sucedidos em ganhar almas, desde que
peçamos e cumpramos as condições, claramente reveladas. da oração
vitoriosa. Observe-se que o que eu disse no domingo versava sobre o
mesmo assunto do dia anterior e era um aditamento a ele.
O mal-entendido a
que fiz alusão foi o seguinte: se primeiro nos desfizermos de todos
esses pecados que nos impedem de receber o revestimento, não
estaremos já de posse da bênção? De que mais precisamos?
Resposta: há grande
diferença entre a paz e o poder do Espírito Santo na alma. Os
Discípulos eram cristãos antes do dia de Pentecoste e, como tais,
possuíam certa medida do Espírito Santo. Forçosamente, tinham a
paz resultante do perdão dos pecados e do estado de justificação,
porém ainda não tinham o revestimento de poder necessário para
desempenharem a obra que lhes fora atribuída. Tinham a paz que
Cristo lhes dera, mas não o poder que lhes prometera. Isso pode se
dar com todos os cristãos, e, a meu ver, está exatamente aí o
grande erro da Igreja e do ministério: descansam na conversão e não
buscam até obter esse revestimento de poder do alto.
Resulta que tantos
que professam a fé não têm poder nem com Deus nem com o homem. Não
são vitoriosos, nem com um nem com o outro. Agarram-se a uma
esperança em Cristo, chegando mesmo a ingressar no ministério, mas
deixam de parte a admoestação a que esperem até que sejam
revestidos do poder do alto. Mas, traga alguém todos os dízimos e
todas as ofertas ao tesouro de Deus; deponha tudo sobre o altar,
nisso prove a Deus, e verificará que Deus "abrirá as janelas
do céu e derramará uma bênção tal que dela lhe advenha a maior
abastança".
terça-feira, 19 de agosto de 2014
quarta-feira, 9 de julho de 2014
A.W Tozer - Seguindo a Deus de perto.
Seguindo a Deus de Perto
“A
minha alma apega-se a ti: a tua destra me ampara” (Sl 63:8.).
O
evangelho nos ensina a doutrina da graça preveniente, que significa
simplesmente que, antes de um homem poder buscar a Deus, Deus tem que
buscá-lo primeiro.
Para
que o pecador tenha uma idéia correta a respeito de Deus, deve
receber antes um toque esclarecedor em seu íntimo; que, mesmo que
seja imperfeito, não deixa de ser verdadeiro, e é o que desperta
nele essa fome espiritual que o leva à oração e à busca.
Procuramos
a Deus porque, e somente porque, Ele primeiramente colocou em nós o
anseio que nos lança nessa busca. “Ninguém pode vir a mim”,
disse o Senhor Jesus, “se o Pai que me enviou não o trouxer” (Jo
6:44), e é justamente através desse trazer preveniente, que Deus
tira de nós todo vestígio de mérito pelo ato de nos achegarmos a
Ele. O impulso de buscar a Deus origina-se em Deus, mas a realização
do impulso depende de O seguirmos de todo o coração. E durante todo
o tempo em que O buscamos, já estamos em Sua mão: “... o Senhor o
segura pela mão” (Sl 37:24.).
Nesse
“amparo” divino e no ato humano de “apegar-se” não há
contradição. Tudo provém de Deus, pois, segundo afirma Von Hügel,
Deus é sempre a causa primeira. Na prática, entretanto (isto é,
quando a operação prévia de Deus se combina com uma reação
positiva do homem), cabe ao homem a iniciativa de buscar a Deus. De
nossa parte deve haver uma participação positiva, para que essa
atração divina possa produzir resultados em termos de uma
experiência pessoal com Deus. Isso transparece na calorosa linguagem
que expressa o sentimento pessoal do salmista no Salmo 42: “Como
suspira a corça pelas correntes das águas, assim, por ti, ó Deus,
suspira a minha alma. A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo:
quando irei e me verei perante a face de Deus?” E um apelo que
parte do mais profundo da alma, e qualquer coração anelante pode
muito bem entendê-lo.
A
doutrina da justificação pela fé — uma verdade bíblica, e uma
bênção que nos liberta do legalismo estéril e de um inútil
esforço próprio — em nosso tempo tem-se degenerado bastante, e
muitos lhe dão uma interpretação que acaba se constituindo um
obstáculo para que o homem chegue a um conhecimento verdadeiro de
Deus. O milagre do novo nascimento está sendo entendido como um
processo mecânico e sem vida. Parece que o exercício da fé já não
abala a estrutura moral do homem, nem modifica a sua velha natureza.
É como se ele pudesse aceitar a Cristo sem que, em seu coração,
surgisse um genuíno amor pelo Salvador. Contudo, o homem que não
tem fome nem sede de Deus pode estar salvo? No entanto, é exatamente
nesse sentido que ele é orientado: conformar-se com uma
transformação apenas superficial.
Os
cientistas modernos perderam Deus de vista, em meio às maravilhas da
criação; nós, os crentes, corremos o perigo de perdermos Deus de
vista em meio às maravilhas da Sua Palavra. Andamos quase
inteiramente esquecidos de que Deus é uma pessoa, e que, por isso,
devemos cultivar nossa comunhão com Ele como cultivamos nosso
companheirismo com qualquer outra pessoa. É parte inerente de nossa
personalidade conhecer outras personalidades, mas ninguém pode
chegar a um conhecimento pleno de outrem através de um encontro
apenas. Somente após uma prolongada e afetuosa convivência é que
dois seres podem avaliar mutuamente sua capacidade total.
Todo
contato social entre os seres humanos consiste de um reconhecimento
de uma personalidade para com outra, e varia desde um esbarrão
casual entre dois homens, até a comunhão mais íntima de que é
capaz a alma humana. O sentimento religioso consiste, em sua
essência, numa reação favorável das personalidades criadas, para
com a Personalidade Criadora, Deus. “E a vida eterna é esta: que
te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem
enviaste".
Deus
é uma pessoa, e nas profundezas de Sua poderosa natureza Ele pensa,
deseja, tem gozo, sente, ama, quer e sofre, como qualquer outra
pessoa. Em seu relacionamento conosco, Ele se mantém fiel a esse
padrão de comportamento da personalidade. Ele se comunica conosco
por meio de nossa mente, vontade e emoções.
O
cerne da mensagem do Novo Testamento é a comunhão entre Deus e a
alma remida, manifestada em um livre e constante intercâmbio de amor
e pensamento.
Esse
intercâmbio, entre Deus e a alma, pode ser constatado pela percepção
consciente do crente. É uma experiência pessoal, isto é, não vem
através da igreja, como Corpo, mas precisa ser vivida, por cada
membro. Depois, em conseqüência dele, todo o Corpo será abençoado.
E é uma experiência consciente: isto é, não se situa no campo do
subconsciente, nem ocorre sem a participação da alma (como, por
exemplo, segundo alguns imaginam, se dá com o batismo infantil), mas
é perfeitamente perceptível, de modo que o homem pode “conhecer”
essa experiência, assim como pode conhecer qualquer outro fato
experimental.
Nós
somos em miniatura, (excetuando os nossos pecados) aquilo que Deus é
em forma infinita. Tendo sido feitos a Sua imagem, temos dentro de
nós a capacidade de conhecê-lO. Enquanto em pecado, falta-nos
tão-somente o poder. Mas, a partir do momento em que o Espírito nos
revivifica, dando-nos uma vida regenerada, todo o nosso ser passa a
gozar de afinidade com Deus, mostrando-se exultante e grato. Isso é
este nascer do Espírito sem o qual não podemos ver o reino de Deus.
Entretanto, isso não é o fim, mas apenas o começo, pois é a
partir daí que o nosso coração inicia o glorioso caminho da busca,
que consiste em penetrar nas infinitas riquezas de Deus. Posso dizer
que começamos neste ponto, mas digo também que homem nenhum já
chegou ao final dessa exploração, pois os mistérios da Trindade
são tão grandes e insondáveis que não têm limite nem fim.
Encontrar-se
com o Senhor, e mesmo assim continuar a buscá-lO, é o paradoxo da
alma que ama a Deus. É um sentimento desconhecido daqueles que se
satisfazem com pouco, mas comprovado na experiência de alguns filhos
de Deus que têm o coração abrasado. Se examinarmos a vida de
grandes homens e mulheres de Deus, do passado, logo sentiremos o
calor com que buscavam ao Senhor. Choravam por Ele, oravam, lutavam e
buscavam-nO dia e noite, a tempo e fora do tempo, e, ao encontrá-lO,
a comunhão parecia mais doce, após a longa busca. Moisés usou o
fato de que conhecia a Deus como argumento para conhecê-lO ainda
melhor. “Agora, pois, se achei graça aos teus olhos, rogo-te que
me faças saber neste momento o Teu caminho, para que eu Te conheça,
e ache graça aos Teus olhos” (Ex 33:13). E, partindo daí, fez um
pedido ainda mais ousado: “Rogo-te que me mostres a tua glória”
(Ex 33:18). Deus ficou verdadeiramente alegre com essa demonstração
de ardor e, no dia seguinte, chamou Moisés ao monte, e ali, em
solene cortejo, fez toda a Sua glória passar diante dele.
A
vida de Davi foi uma contínua ânsia espiritual. Em todos os seus
salmos ecoa o clamor de uma alma anelante, seguido pelo brado de
regozijo daquele que é atendido. Paulo confessou que a mola-mestra
de sua vida era o seu intenso desejo de conhecer a Cristo mais e
mais. “Para O conhecer” (Fp 3:10), era o objetivo de seu viver, e
para alcançar isso, sacrificou todas as outras coisas. “Sim,
deveras considero tudo como perda, por causa da sublimidade do
conhecimento de Cristo Jesus meu Senhor: por amor do qual perdi todas
as cousas e as considero como refugo, para ganhar a Cristo” (Fp
3:8).
Muitos
hinos evangélicos revelam este anelo da alma por Deus, embora a
pessoa que canta, já saiba que o encontrou. Há apenas uma geração,
nossos antepassados cantavam o hino que dizia: “Verei e seguirei o
Seu caminho”; hoje não o ouvimos mais entre os cristãos. É uma
tragédia que, nesta época de trevas, deixemos só para os pastores
e líderes a busca de uma comunhão mais íntima com Deus. Agora,
tudo se resume num ato inicial de “aceitar” a Cristo (a
propósito, esta palavra não é encontrada na Bíblia), e daí por
diante não se espera que o convertido almeje qualquer outra
revelação de Deus para a sua alma. Estamos sendo confundidos por
uma lógica espúria que argumenta que, se já encontramos o Senhor,
não temos mais necessidade de buscá-lO. Esse conceito nos é
apresentado como sendo o mais ortodoxo, e muitos não aceitariam a
hipótese de que um crente instruído na Palavra pudesse crer de
outra forma. Assim sendo, todas as palavras de testemunho da Igreja
que significam adoração, busca e louvor, são friamente postas de
lado. A doutrina que fala de uma experiência do coração, aceita
pelo grande contingente dos santos que possuíam o bom perfume de
Cristo, hoje é substituída por uma interpretação superficial das
Escrituras, que sem dúvida soaria como muito estranha para
Agostinho, Rutherford ou Brainerd.
Em
meio a toda essa frieza existem ainda alguns — alegro-me em
reconhecer — que jamais se contentarão com essa lógica
superficial. Talvez até reconheçam a força do argumento, mas
depois saem em lágrimas à procura de algum lugar isolado, a fim de
orarem: “Ó Deus, mostra-me a tua glória”. Querem provar, ver
com os olhos do íntimo, quão maravilhoso Deus é.
Ë
meu propósito instilar nos leitores um anseio mais profundo pela
presença de Deus. É justamente a ausência desse anseio que nos tem
conduzido a esse baixo nível espiritual que presenciamos em nossos
dias. Uma vida cristã estagnada e infrutífera é resultado da
ausência de uma sede maior de comunhão com Deus. A complacência é
inimigo mortal do crescimento cristão. Se não existir um desejo
profundo de comunhão, não haverá manifestação de Cristo para o
Seu povo. Ele espera que o procuremos. Infelizmente, no caso de
muitos crentes, é em vão que essa espera se prolonga.
Cada
época tem suas próprias características. Neste exato instante
encontramo-nos em um período de grande complexidade religiosa. A
simplicidade existente em Cristo raramente se acha entre nós. Em
lugar disso, vêem-se apenas programas, métodos, organizações e um
mundo de atividades animadas, que ocupam tempo e atenção, mas que
jamais podem satisfazer à fome da alma. A superficialidade de nossas
experiências íntimas, a forma vazia de nossa adoração, e aquela
servil imitação do mundo, que caracterizam nossos métodos
promocionais, tudo testifica que nós, em nossos dias, conhecemos a
Deus apenas imperfeitamente, e que raramente experimentamos a Sua
paz.
Se
desejamos encontrar a Deus em meio a todas as exteriorizações
religiosas, primeiramente temos que resolver buscá-Lo, e daí por
diante prosseguir no caminho da simplicidade. Agora, como sempre o
fez, Deus revela-Se aos pequeninos e se oculta daqueles que são
sábios e prudentes aos seus próprios olhos. É mister que
simplifiquemos nossa maneira de nos aproximar dEle. Urge que fiquemos
tão-somente com o que é essencial (e felizmente, bem poucas coisas
são essenciais). Devemos deixar de lado todo esforço para
impressioná-lO e ir a Deus com a singeleza de coração da criança.
Se agirmos dessa forma, Deus nos responderá sem demora.
Não
importa o que a Igreja e as outras religiões digam. Na realidade, o
que precisamos é de Deus mesmo. O hábito condenável de buscar “a
Deus e” é que nos impede de encontrar ao Senhor na plenitude de
Sua revelação. É no conectivo “e” que reside toda a nossa
dificuldade. Se omitíssemos esse “e”, em breve acharíamos o
Senhor e nEle encontraríamos aquilo por que intimamente sempre
anelamos.
Não
precisamos temer que, se visarmos tão-somente a comunhão com Deus,
estejamos limitando nossa vida ou inibindo os impulsos naturais do
coração. O oposto é que é verdade. Convém-nos perfeitamente
fazer de Deus o nosso tudo, concentrando-nos nEle, e sacrificando
tudo por causa dEle.
O
autor do estranho e antigo clássico inglês, The
Cloud of Unknowing
(A nuvem do desconhecimento), dá-nos instruções de como conseguir
isso. Diz ele: “Eleve seu coração a Deus num impulso de amor;
busque a Ele, e não Suas bênçãos. Daí por diante, rejeite
qualquer pensamento que não esteja relacionado com Deus. E assim não
faça nada com sua própria capacidade, nem segundo a sua vontade,
mas somente de acordo com Deus. Para Deus, esse é o mais agradável
exercício espiritual”.
Em
outro trecho, o mesmo autor recomenda que, em nossas orações, nos
despojemos de todo o empecilho, até mesmo de nosso conhecimento
teológico. “Pois lhe basta a intenção de dirigir-se a Deus, sem
qualquer outro motivo além da pessoa dEle.” Não obstante, sob
todos os seus pensamentos, aparece o alicerce firme da verdade
neotestamentária, porquanto explica o autor que, ao referir-se a
“ele”, tem em vista “Deus que o criou, resgatou, e que, em Sua
graça, o chamou para aquilo que você agora é”. Este autor
defende vigorosamente a simplicidade total: “Se desejamos ver a
religião cristã resumida em uma única palavra, para assim
compreendermos melhor o seu alcance, então tomemos uma palavra de
uma sílaba ou duas. Quanto mais curta a palavra, melhor será, pois
uma palavra menor está mais de acordo com a simplicidade que
caracteriza toda a operação do Espírito. Tal palavra deve ser ou
Deus ou Amor”.
Quando
o Senhor dividiu a terra de Canaã entre as tribos de Israel, a de
Levi não recebeu partilha alguma. Deus disse-lhe simplesmente: “Eu
sou a tua porção e a tua herança no meio dos filhos de Israel”
(Nm 18:20), e com essas palavras tornou-a mais rica que todas as suas
tribos irmãs, mais rica que todos os reis e rajás que já viveram
neste mundo. E em tudo isto transparece um princípio espiritual, um
princípio que continua em vigor para todo sacerdote do Deus
Altíssimo.
O
homem, cujo tesouro é o Senhor, tem todas as coisas concentradas
nEle. Outros tesouros comuns talvez lhe sejam negados, mas mesmo que
lhe seja permitido desfrutar deles, o usufruto de tais coisas será
tão diluído que nunca é necessário à sua felicidade. E se lhe
acontecer de vê-los desaparecer, um por um, provavelmente não
experimentará sensação de perda, pois conta com a fonte, com a
origem de todas as coisas, em Deus, em quem encontra toda satisfação,
todo prazer e todo deleite. Não se importa com a perda, já que, em
realidade nada perdeu, e possui tudo em uma pessoa — Deus — de
maneira pura, legítima e eterna.
Ó
Deus, tenho provado da Tua bondade, e se ela me satisfaz, também
aumenta minha sede de experimentar ainda mais. Estou perfeitamente
consciente de que necessito de mais graça. Envergonho-me de não
possuir uma fome maior. Ó Deus, ó Deus trino, quero buscar-Te mais;
quero buscar apenas a Ti; tenho sede de tornar-me mais sedento ainda.
Mostra-me a Tua glória, rogo-Te, para que assim possa conhecer-Te
verdadeiramente. Por Tua misericórdia, começa em meu íntimo uma
nova operação de amor. Diz à minha alma: “Levanta-te, querida
minha, formosa minha, e vem” (Ct 2:10). E dá-me graça para que me
levante e te siga, saindo deste vale escuro onde estou vagueando há
tanto tempo. Em nome de Jesus. Amém.
domingo, 25 de maio de 2014
Hóspede ou morador? Reflexão
Quem mora no seu coração?
Claro que você pode me responder inúmeras pessoas, como pai, mãe, filhos, amigos e tantas outras pessoas, e certamente você tem esse direito como eu também tenho algumas pessoas que moram em meu coração.
Mais a pergunta é pertinente para uma reflexão: Além de todas essas pessoas, seria Deus morador do seu coração?
Porque lembramos, amamos, visitamos e falamos das pessoas que moram em nosso coração (família e amigos), quero dizer que mostramos externa...mente nossos sentimentos por tais pessoas.
E se Deus mora em nosso coração, o que temos demonstrado externamente que isso é verdade?
Penso que nesses dias de materialismo, egoísmo e desanimo com as coisas do Senhor, devemos tomar muito cuidado em dizer que Deus mora em nosso coração, porque não temos dado muita atenção à esse Morador.
Deus deve ser em extremo adorado, exaltado e reverenciado mais que todas as coisas desse mundo. Até mesmo acima de todos os outros moradores do nosso coração. Pense nisso.
Claro que você pode me responder inúmeras pessoas, como pai, mãe, filhos, amigos e tantas outras pessoas, e certamente você tem esse direito como eu também tenho algumas pessoas que moram em meu coração.
Mais a pergunta é pertinente para uma reflexão: Além de todas essas pessoas, seria Deus morador do seu coração?
Porque lembramos, amamos, visitamos e falamos das pessoas que moram em nosso coração (família e amigos), quero dizer que mostramos externa...mente nossos sentimentos por tais pessoas.
E se Deus mora em nosso coração, o que temos demonstrado externamente que isso é verdade?
Penso que nesses dias de materialismo, egoísmo e desanimo com as coisas do Senhor, devemos tomar muito cuidado em dizer que Deus mora em nosso coração, porque não temos dado muita atenção à esse Morador.
Deus deve ser em extremo adorado, exaltado e reverenciado mais que todas as coisas desse mundo. Até mesmo acima de todos os outros moradores do nosso coração. Pense nisso.
quinta-feira, 8 de maio de 2014
quinta-feira, 24 de abril de 2014
Feitos à imagem de Cristo - Estudo
Conformados
à imagem de Cristo.
II
Pedro 1:4 - Pelas quais ele nos tem dado grandíssimas e preciosas
promessas, para que por elas fiqueis participantes da natureza
divina, havendo escapado da corrupção, que pela concupiscência há
no mundo.
Introdução.
Estamos
vivendo um tempo difícil. Tempo esse que os homens querem de
qualquer maneira que Cristo tome a forma do mundo. Que Jesus seja
popular, tolerante ao pecado, herege, traidor (se voltar contra o
Pai), pop star, mundano.
O
conceito de que ser aceito pelo mundo para divulgar Jesus em músicas
e mensagens que agradam apenas o ego humano está fora dos padrões
eclesiásticos e apostólicos. Ser queridinho do mundo sendo um
cristão, não está de acordo com as Escrituras e ensinamentos do
Mestre. Algumas verdades que devemos ter em mente:
- Devemos nos tornar à imagem de Cristo.
- Se preparar para ser odiado pelo mundo.
- Entender que essa é a vontade de Deus: vossa santificação.
- Discernir que: mesmo falando o nome de Deus, nem tudo vem de Deus.
- Não abrir mão da verdade, mesmo quando muitos já abriram.
Devemos
nos tornar a imagem de Cristo.
Quando
o pecado se manifestou no mundo, ele destruiu a relação entre o
homem e Deus. A partir daí, a humanidade perdeu a inocência diante
de Deus, e então todos pecaram e separados estão de Deus, suas
obras passam a ser consideradas como trapos de imundícia. O homem
precisa passar por um processo de purificação, de santificação
para ser aceito por Deus novamente. Para isso Cristo se manifestou,
para desfazer as obras do diabo, e fazer em nós uma nova criatura.
Dizer
ser um cristão e ainda possuir nos sentimentos e desejos, a mesma
coisa que sentia no passado, que almejava no passado, ainda não
compreendeu o evangelho. Os que são de Cristo crucificaram as
paixões da carne e devem a partir de então viver como nova
criatura, com novos hábitos e desejos. Assim já ensinava Paulo:
Gálatas
5:24 - E os que são de Cristo crucificaram a carne com as suas
paixões e concupiscências.
Paulo
aos Romanos também aplicou a mesma doutrina de fé: Romanos
8:29 - Porque os que dantes conheceu também os predestinou para
serem conformes
à imagem de seu Filho,
a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos.
Vários
são os textos que ensinam a necessidade de ser regenerado (tornar a
imagem de Cristo), basta apenas lermos e buscar coloca-lo em prática:
Efésios 4:24 - E vos revistais do novo homem, que segundo Deus é
criado em verdadeira justiça e santidade.
Se
preparar para ser odiado pelo mundo.
Fico
olhando a simpatia que o mundo hoje tem pelos evangélicos, seria
isso normal? Seria uma “vitória” pela parte dos crentes? Seria
um “novo agir do Espirito” (de novo agir tenho minhas cismas)? De
novo devemos nos voltar as Escrituras para testificar o erro
teológico que vem sendo apresentado por esses mercadores da fé, e
não ficar apenas minhas palavras como verdade.
Jesus
ensinou aos discípulos e já alertava a multidão sobre as
consequências de ser um seguidor de Cristo:
Mateus
5:10-11 - Bem-aventurados os que sofrem perseguição por causa da
justiça, porque deles é o reino dos céus. Bem-aventurados sois
vós, quando vos injuriarem e perseguirem e, mentindo, disserem todo
o mal contra vós por minha causa.
Mateus
10:22 - E odiados de todos sereis por causa do meu nome; mas aquele
que perseverar até ao fim será salvo.
João
7:7 - O mundo não vos pode odiar, mas ele me odeia a mim, porquanto
dele testifico que as suas obras são más.
João
15:18-19 - Se o mundo vos odeia, sabei que, primeiro do que a vós,
me odiou a mim. Se vós fôsseis do mundo, o mundo amaria o que era
seu, mas porque não sois do mundo, antes eu vos escolhi do mundo,
por isso é que o mundo vos odeia.
Já
é o bastante para aceitarmos que ser um cristão é estar preparado
para ser odiado pelo mundo. Se realmente decidimos fazer a vontade de
Deus por meio de Cristo, então há de se cumprir todas essas
profecias na vida de um seguidor de Cristo. E por que hoje já não
há mais perseguição, ódio, desprezo da parte de emissoras,
revistas, rádios e tantos meios de comunicação mundanos? Pelo
contrário, muitos são bem vindos.
Mateus
5:13 - Vós sois o sal da terra; e se o sal for insípido, com que se
há de salgar? Para nada mais presta senão para se lançar fora, e
ser pisado pelos homens.
Para
fechar o pensamento desta parte, concluo com as palavras de Paulo:
Atos
14:22 - Confirmando os ânimos dos discípulos, exortando-os a
permanecer na fé, pois que por muitas tribulações nos importa
entrar no reino de Deus.
Entender
que essa é a vontade de Deus: a vossa santificação.
Uma
das maiores marcas de um cristão deve ser a vida separada das coisas
mundanas, carnais. Coisas estas que ferem, transgridem os mandamentos
de Deus. A isso chamamos de santidade. Paulo disse:
I
Tessalonicenses 4:3 - Porque esta é a vontade de Deus, a vossa
santificação; que vos abstenhais da prostituição; I
Tessalonicenses 4:7 - Porque não nos chamou Deus para a imundícia,
mas para a santificação. E
o motivo pela qual Pulo pregava era porque II
Corintios 11:2 - Porque estou zeloso de vós com zelo de Deus; porque
vos tenho preparado para vos apresentar como uma virgem pura a um
marido, a saber, a Cristo. II Corintios 7:1 - ORA, amados, pois que
temos tais promessas, purifiquemo-nos de toda a imundícia da carne e
do espírito, aperfeiçoando a santificação no temor de Deus.
Discernir
que: mesmo falando o nome de Deus, nem tudo vem de Deus.
Satanás
é astuto. Suas estratégias são camufladas de verdade e justiça.
Devemos estar atentos e sóbrios para não sermos levados por
qualquer um que usa o nome de Deus, dizendo servir a Deus. Paulo nos
instruiu em II
Corintios 11:14-15 -E não é maravilha, porque o próprio Satanás
se transfigura em anjo de luz. Não é muito, pois, que os seus
ministros se transfigurem em ministros da justiça; o fim dos quais
será conforme as suas obras.
Sendo assim precisamos estar firmado sobre verdade, andando na
verdade, vivendo a verdade, a fim de que não sejamos levados por
qualquer vento de doutrina. Muitos falavam no nome de Deus no AT e,
no entanto não eram de Deus. Pedro também profetizou isso para
nossos dias: II Pedro
2:1 - E TAMBÉM houve entre o povo falsos profetas, como entre vós
haverá também falsos doutores, que introduzirão encobertamente
heresias de perdição, e negarão o Senhor que os resgatou, trazendo
sobre si mesmos repentina perdição.
Para isso será necessário buscarmos uma vida consagrada para
adquirirmos maturidade espiritual e assim deixaremos de ser eninos
inconstantes, levados em roda por todo o vento de doutrina, pelo
engano dos homens que com astúcia enganam fraudulosamente. (Ef.
4.14).
Não
podemos esquecer-nos da exortação do nosso irmão João: I
João 4:1 - AMADOS, não creiais a todo o espírito, mas provai se os
espíritos são de Deus, porque já muitos falsos profetas se têm
levantado no mundo.
Não
abrir mão da verdade, mesmo quando muitos já abriram.
João
6:60 - Muitos, pois, dos seus discípulos, ouvindo isto, disseram:
Duro é este discurso; quem o pode ouvir? João 6:66-67 - Desde então
muitos dos seus discípulos tornaram para trás, e já não andavam
com ele. Então disse Jesus aos doze: Quereis vós também
retirar-vos?
A
apostasia (abandono da fé salvívica, genuína), ela é um fato que
existe em nossos dias. Profetizado por Paulo há algumas centenas de
anos atrás, hoje ela é realidade em cada esquina de uma cidade.
Porém precisamos manter o exemplo do Nosso Mestre. Jesus nunca abriu
mão da vontade de Deus em favor de homem algum. Pelo contrário,
quando uma multidão recuou diante de seu sermão, ele se manteve
firme.
Conclusão.
É
preciso a igreja se manter firme. Não se voltar ao sistema caído
anti-Deus. Aos homens avarentos e sedutores. É preciso manter a
vigilância e a fidelidade no trabalho do Senhor. Somente os santos,
terão a oportunidade de encontrar com Seu Senhor.
Maranata!
Ora vem Senhor Jesus!
Pr
Jeferson Rangel.
sexta-feira, 18 de abril de 2014
Uma análise sobre o evangelho da prosperidade - texto do Blog Fiel
*Autor e origem desta reflexão no final da postagem.
7 Maneiras de Combater o Evangelho da Prosperidade
“Ser pobre é pecado” (Robert Tilton).
“Se agradarmos a Deus, seremos ricos” (Jerry Savelle).
“Deus quer que seus filhos vistam as melhores roupas, [...] dirijam os melhores carros e tenham o melhor de tudo; apenas peça o que precisa” (Kenneth Hagin, Sr.).
Essas são afirmações desconcertantes, porém comuns dos pregadores do “evangelho da prosperidade”. O deus deles é uma espécie de empreendedor cósmico que pode ser usado através dos dízimos e das ofertas para alcançar o que realmente importa: uma vida próspera em termos meramente terrenos.
“Foge também destes”
Paulo nos constrange a ficar longe de “pessoas que têm a mente corrompida e que são privados da verdade, os quais pensam que a piedade é fonte de lucro” (1Tm 6.5). E em sua segunda carta a Timóteo, ele adverte seu filho na fé que “nos últimos dias, sobrevirão tempos difíceis, pois os homens serão egoístas, avarentos, jactanciosos, [...] mais amigos dos prazeres que amigos de Deus, tendo forma de piedade, negando-lhe, entretanto, o poder. Foge também destes!” (2Tm 3.1-5).
Pedro também nos avisa que, assim como houve falsos profetas entre o povo de Deus na antiga aliança, “surgirão entre vocês falsos mestres. Estes introduzirão secretamente heresias destruidoras, chegando a negar o Soberano que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina destruição. Muitos seguirão os caminhos vergonhosos desses homens e, por causa deles, será difamado o caminho da verdade. Em sua cobiça, tais mestres os explorarão com histórias que inventaram” (2Pe 2.1-3; cf. Jd 11-16).
Infelizmente, apesar dos avisos claros das Escrituras, o evangelho da prosperidade possui um enorme e crescente grupo de seguidores. Isso não é difícil de entender, visto que a mensagem apela tão diretamente à nossa ganância natural. Ainda assim, é triste e desconcertante ver que tantas pessoas permanecem no movimento por um longo tempo, até mesmo por toda a vida, uma vez que os pregadores não são capazes de cumprir suas promessas.
A psicologia do evangelho da prosperidade
Por que o evangelho da prosperidade é tão atraente? Como ele ganha e mantém seguidores? Eu recentemente conversei com um irmão que esteve envolvido no movimento por 10 anos, que lançou alguma luz sobre a psicologia do evangelho da prosperidade.
Como podemos imunizar nossos ouvintes contra essa ameaça? Eu tenho sete sugestões.
Fonte: http://www.ministeriofiel.com.br/artigos/detalhes/668/7_Maneiras_de_Combater_o_Evangelho_da_Prosperidade
“Se agradarmos a Deus, seremos ricos” (Jerry Savelle).
“Deus quer que seus filhos vistam as melhores roupas, [...] dirijam os melhores carros e tenham o melhor de tudo; apenas peça o que precisa” (Kenneth Hagin, Sr.).
Essas são afirmações desconcertantes, porém comuns dos pregadores do “evangelho da prosperidade”. O deus deles é uma espécie de empreendedor cósmico que pode ser usado através dos dízimos e das ofertas para alcançar o que realmente importa: uma vida próspera em termos meramente terrenos.
“Foge também destes”
Paulo nos constrange a ficar longe de “pessoas que têm a mente corrompida e que são privados da verdade, os quais pensam que a piedade é fonte de lucro” (1Tm 6.5). E em sua segunda carta a Timóteo, ele adverte seu filho na fé que “nos últimos dias, sobrevirão tempos difíceis, pois os homens serão egoístas, avarentos, jactanciosos, [...] mais amigos dos prazeres que amigos de Deus, tendo forma de piedade, negando-lhe, entretanto, o poder. Foge também destes!” (2Tm 3.1-5).
Pedro também nos avisa que, assim como houve falsos profetas entre o povo de Deus na antiga aliança, “surgirão entre vocês falsos mestres. Estes introduzirão secretamente heresias destruidoras, chegando a negar o Soberano que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina destruição. Muitos seguirão os caminhos vergonhosos desses homens e, por causa deles, será difamado o caminho da verdade. Em sua cobiça, tais mestres os explorarão com histórias que inventaram” (2Pe 2.1-3; cf. Jd 11-16).
Infelizmente, apesar dos avisos claros das Escrituras, o evangelho da prosperidade possui um enorme e crescente grupo de seguidores. Isso não é difícil de entender, visto que a mensagem apela tão diretamente à nossa ganância natural. Ainda assim, é triste e desconcertante ver que tantas pessoas permanecem no movimento por um longo tempo, até mesmo por toda a vida, uma vez que os pregadores não são capazes de cumprir suas promessas.
A psicologia do evangelho da prosperidade
Por que o evangelho da prosperidade é tão atraente? Como ele ganha e mantém seguidores? Eu recentemente conversei com um irmão que esteve envolvido no movimento por 10 anos, que lançou alguma luz sobre a psicologia do evangelho da prosperidade.
- Um deus facilmente manipulado O evangelho da prosperidade é atraente porque nos oferece um deus facilmente manipulado. Apesar dos ataques dos ateístas militantes nas últimas décadas, o homem não pode eliminar do seu coração a ideia de Deus, porque Deus deixou evidências de sua presença em toda a criação e deu ao homem a capacidade de entender essa evidência (Rm 1.18-21). O que torna o evangelho da prosperidade atraente para o homem caído é que ele parece colocar Deus do seu lado, eliminando o obstáculo da sua santidade e soberania.
- Culpa e ganância Segundo, o evangelho da prosperidade atrai as pessoas porque ele cria um ciclo de culpa e ganância. Quando as ofertas de riquezas ou saúde demoram para se materializar, as pessoas culpam a si mesmas por sua falta de fé ou por não serem generosas o suficiente. Essa culpa, combinada com a ganância em seus corações, as mantém agarradas às promessas desses falsos evangelistas, assim como o viciado em jogatina volta ao cassino diversas vezes esperando que um dia terá sorte.
- Temor religioso Tais “evangelistas” tendem a inculcar temor religioso em seus seguidores para que eles não ousem questionar “o ungido do Senhor”. Isso impede a capacidade de seus ouvintes de objetivamente analisar o conteúdo da mensagem e a dicotomia evidente entre o estilo de vida deles e o modelo apresentado pelas Escrituras, sobre como o ministro do evangelho deve viver (1Co 4.9-13; 2Co 4.7-11, 11.23-28).
- Mordomia traz prosperidade Outro fator que sustenta a propagação desse falso evangelho é que alguns experimentam, de fato, um grau de prosperidade financeira como consequência de colocar em prática princípios gerais de boa administração que aprendem em tais igrejas. Isso parece confirmar a legitimidade da mensagem que, por sua vez, aumenta a ganância em seus corações, pois “quem ama o dinheiro jamais dele se farta” (Ec 5.10).
O deus desses evangelistas não é aquele revelado nas Escrituras, de quem devemos nos aproximar segundo as condições que ele estabeleceu. Em vez disso, o deus deles é uma combinação do gênio da lâmpada de Aladim com um psiquiatra todo-poderoso, que pode ser facilmente manipulado através de ofertas e “palavras de fé”.
Como podemos imunizar nossos ouvintes contra essa ameaça? Eu tenho sete sugestões.
- Ensine-os a ler a Bíblia em seu contexto. Os pregadores da prosperidade citam as Escrituras, especialmente o Antigo Testamento, mas negligenciam os contextos geral e imediato dos textos que citam.
- Apresente claramente as exigências do evangelho (Mc 1.14-15; At 2.38, 3.19, 26) e o verdadeiro discipulado (Mc 8.38-37; Lc 14.25-33; Fp 1.29).
- Inculque neles o espírito dos bereianos (At 17.11). Uma coisa é respeitar a autoridade pastoral (Hb 13.17), mas outra coisa muito diferente é seguir cegamente um líder mesmo quando ele se afasta dos claros ensinos das Escrituras (Rm 16.17-18; Fp 3.17-19).
- Pregue sobre as advertências da Bíblia contra a ganância (Pv 23.4-5; Lc 12.15; 1Tm 6.6-10, 17-19; At 13.5-6).
- Ensine-os que Deus é bom, sábio e soberano na dispensação de seus presentes. Nem todos os seus filhos serão prósperos e saudáveis deste lado da eternidade, mas todos experimentarão o mesmo amor e cuidado paternal manifestado de diversas maneiras para a sua glória e o bem das nossas almas (Jn 11.3; Fp 2.25-30; 1Tm 5.23).
- Ensine-os em como lidar com a tensão de ser um filho de Deus vivendo em um mundocaído (Jn 15.18-21; 17.14-16; At 11.13).
- Acima de tudo, apresente Cristo como a pérola de grande valor, que infinitamente ultrapassa em valores qualquer coisa que este mundo transitório possa oferecer (Mt 13.44-46; Fp 3.7-8).
Fonte: http://www.ministeriofiel.com.br/artigos/detalhes/668/7_Maneiras_de_Combater_o_Evangelho_da_Prosperidade
terça-feira, 15 de abril de 2014
A volta de Jesus - Sermão completo
Uma doutrina esquecida em muitas igrejas. Jesus virá a qualquer segundo, e como está nosso coração? Na eternidade, ou nas coisas terrenas? Estamos preparados para sua vinda?
Ministração na Assembleia de Deus - Madureira em Angra dos Reis - RJ
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