sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Caráter


Pr Paulo Junior traz a necessidade do obreiro ser aprovado. E um dos destaques para tal ofício é ter o caráter restituído pelo poder do Espirito Santo.

Em memória de mim


A redenção do pecador é o maior bem, a jóia mais preciosa que um homem pode receber. O sacrifício de Jesus Cristo deve ser lembrado por nós salvos todos os dias, todas as horas minutos e segundos.
Quando recebemos um favor de alguém desta terra, seja família ou amigos, somos gratos e sempre lembramos dessa pessoa, será que a salvação de nossa alma não deve ser anunciada a todos?
Bendito seja o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo!

Vídeo: Pr Paulo Junior - defesadoevangelho.com.br
Devocional: Pr Jeferson Rangel

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Ser homem de Deus


O titulo "homem de Deus" se tornou um chavão e uma frase que quem diz ser crente leva este nome. Mais a realidade é outra: ser homem de Deus é viver para Deus, e não viver mais para si mesmo, é chorar e sofrer pelas almas perdidas e não olhar seus próprios interesses, é estar continuamente em estado de humilhação aos pés de Jesus para que nenhum risco, pó de orgulho entre no coração. Ser homem de Deus é nascer de novo e buscar um coração puro, um espírito contrito e um coração quebrantado. Você é um homem de Deus?

quarta-feira, 22 de agosto de 2012


Os Cristos inventados pelos homens e o Cristo verdadeiro

Rev.Thiago Rocha (1961)


Neste mundo há muitos cristos,
De muitas formas, de várias cores, de vários talentos,
Cristos feitos, cristos inventados, cristos moldados, cristos deformados,
Cristos tristes, cristos desfigurados,
Há cristo para cada luz, cada interesse , cada objetivo, cada projeto;

Há o cristo das belas artes,
Um motivo como tantos outros, para expressar uma forma,
Por exibir uma escola pelo próprio homem criada,
É cristo para se ver, apreciar ou criticar,
Para exaltar seu autor no seu talento, sua invencionice,
É um cristo despido de autoridade, sem expressão, sem integridade;

Há o cristo da literatura, da prosa, do verso, da forma, do estilo, do livro famoso, do best-seller,
É um cristo pretexto, que serve de texto dentro de um contexto,
Que ajuda a seu autor a faturar mais, ser mais lido e procurado;

Há o cristo das cantigas,
Deturpado, mal tratado e irreverentemente cantado,
Aparece na crista das ondas, estoura nas paradas,
É cantado nos salões, que circula aos milhões,
Como mercadoria para enriquecer a poucos,
É um cristo de algibeira, fabricado como produto de consumo;

Há até o cristo do cinema e do teatro,
Sucesso de bilheteria,
É a expressão da arte moderna,
Fazendo a caricatura da maior de personagem da história,
É o cristo musicado, maquinizado, encenado,
É o cristo para espetáculo, para os olhos, para os ouvidos,
Para o lazer, para a higiene mental;

Há o cristo do crucifixo,
De pedra, de nylon, de madeira, de metal,
É o cristo para a parede,
Para o colo da mocinha,
Para o peito pidoso do rapaz excêntrico,
É apenas ornamento ou simples decoração,
Embora alguns lhe prestem culto,
Ele não vê, não ouve, não entende;

Há o cristo dos teólogos,
Difícil de entender, complicado,
É o cristo dos eruditos, para cultos privilegiados,
É o cristo só para ser analisado, discutido, dissecado,
É aceito intelectualmente,
Não modifica, não regenera, não transforma, não muda;

Há também , infelizmente, o cristo de muitos cristãos,
Que ainda o tem no túmulo,
É o cristo crucificado, morto e sepultado,
E ainda conservado na tumba dura e fria,
É o cristo que não vive, porque seus adoradores ainda estão mortos,
Sem despertar para a nova vida,
A vida do próprio Cristo, da qual, lamentavelmente ainda não se apossaram;

O meu Cristo não é nenhum desses,
O meu Cristo é o filho de Deus,
Que foi encarnado, nasceu, sofreu, foi condenado a morte e sepultado,
Por causa dos meus pecados,
Meu Cristo não ficou preso na sepultura escura,
Ele ressuscitou, subiu ao céu e reina a direita do Pai,
Meu Cristo é respeitado, admirado, cultuado e adorado,
Porque Está Vivo, Deus Vivo !!
Meu Cristo vive nas parábolas que proferiu,
Meu Cristo vive nos ensinos que deixou,
Meu Cristo vive nos atos que praticou,
Meu Cristo vive na obra que realizou,
Meu Cristo vive nas almas que salvou,
O Meu Cristo vive, eu sei bem disto,
Não tenho nenhuma dúvida, o meu Cristo vive em mim. 


Fonte: reieterno.com.br

Reflexão


"Na rebeldia do pecado está o desejo de ser como Deus. O homem decaído é um insatisfeito e frustado perseguidor da glória. Vive tentando construir palcos para exibir sua sede de poder e reconhecimento" 
(G. Paranaguá)

O Espíríto é o mesmo disse Paulo. Ninguém pode tomar para si glória por fazer alguma coisa em nome de Cristo, pois o homem é um ser desprezivel, somente pela graça de Deus em Cristo Jesus ele passa a ter valor como filho e com um justo. Mais quem o resgatou? Quem o amou primeiro? Quem deu Seu Filho para morrer em nosso lugar? Então esse é digno de receber honra, glória, louvor e obediência. Cristo Nosso Salvador.

Homem amantes de si mesmos e avarentos tem lotado as congregações e subido nos púlpitos para se exibirem e falar mentiras, mais o Dia do juízo há de vir, e ai daquele que fizer escandalizar um desses pequeninos que crêem em mim.

Que eu e você não seja um desses para glória de Deus.

Pastor Jeferson Rangel

Maranata! Ora vem Senhor Jesus!

Persistência na oração

Prostrado aos pés de Cristo...


Persistência na oração


Andrew Murray (1828-1917)

“Eu lhes digo: Embora ele não se levante para dar-lhe o pão por ser seu amigo, por causa da importunação [persistência] se levantará e lhe dará tudo o que precisar” (Lc 11.8).

“Então Jesus contou aos seus discípulos uma parábola, para mostrar-lhes que deviam orar sempre e nunca desanimar. [...] Ouçam o que diz o juiz injusto. Acaso Deus não fará justiça aos seus escolhidos, que clamam a ele dia e noite? Continuará fazendo-os esperar? Eu lhes digo: Ele lhes fará justiça, e depressa” (Lc 18.1,6-8).

Nosso Senhor considerou de tamanha importância que soubéssemos da necessidade de perseverança e importunação na oração, que contou duas parábolas para esse fim. Isso é prova suficiente de que temos nesse aspecto da oração, ao mesmo tempo, sua maior dificuldade e seu maior potencial. Jesus queria que entendêssemos que nem tudo na oração seria fácil e tranqüilo; devemos esperar dificuldades que só podem ser superadas através de perseverança persistente e determinada.

Nas parábolas o Senhor mostra as dificuldades como se existissem do lado das pessoas a quem se faziam as petições; a importunação, portanto, era necessária para vencer a relutância delas em ouvir. Entretanto, nas nossas orações a Deus, a dificuldade não está do lado dele e, sim, do nosso. Na primeira parábola Jesus nos afirma que o Pai está mais disposto a dar boas coisas àqueles que lhe pedem do que qualquer pai terreno em dar pão para seu filho (Lc 11.11-13).

Na segunda parábola, Jesus nos assegura que Deus anseia por fazer justiça prontamente aos seus escolhidos. Portanto a necessidade de oração urgente não pode ser porque Deus precisa ser convencido ou tornar-se mais disposto a abençoar. A necessidade encontra-se inteiramente em nós mesmos. Porém, como não era possível achar um pai amoroso ou um amigo disposto que pudesse servir para ensinar a lição indispensável de importunação, Jesus recorreu à ilustração de um amigo indisposto e de um juiz injusto para nutrir em nós a fé de que a perseverança pode vencer qualquer obstáculo.

A Raiz da Dificuldade em Nós

A dificuldade não está no amor ou no poder de Deus, mas em nós mesmos e na nossa própria incapacidade de receber a bênção. Ao mesmo tempo, como existe essa dificuldade com nossa falta de preparo espiritual, há uma dificuldade do lado de Deus também. Sua sabedoria, sua justiça e seu amor não ousam nos dar aquilo que nos faria mal, caso o recebêssemos de forma muito rápida ou muito fácil. O pecado, ou a conseqüência do pecado, que impede Deus de nos dar as coisas imediatamente é, ao mesmo tempo, uma dificuldade do lado de Deus e do nosso também. A necessidade de romper a barreira e o poder do pecado em nós mesmos ou naqueles por quem oramos é o que transforma a oração numa luta e peleja tão intensa e real.

Em todas as épocas, os homens têm orado sentindo a existência de barreiras reais no mundo espiritual que precisavam ser vencidas. Suplicavam a Deus para que removesse os obstáculos desconhecidos. Através de tais súplicas persistentes, eram conduzidos a um estado de pleno quebrantamento e impotência, de total entrega a Deus, de união com a sua vontade e de fé viva que movia o seu coração. As barreiras em suas vidas e nos lugares celestiais eram vencidas ao mesmo tempo. À medida que Deus os conquistava, eles conquistavam Deus. À medida que Deus prevalece sobre nós, nós prevalecemos com Deus.

Se pudéssemos vir a entender que essa aparente dificuldade é uma necessidade divina e, na própria essência das coisas, uma fonte de bênção incalculável, teríamos muito mais disposição e alegria de coração para nos dedicarmos à persistência na oração. A dificuldade que o chamado à importunação coloca no nosso caminho é um dos nossos maiores privilégios.

Na vida natural, as dificuldades chamam para fora e desenvolvem as potencialidades humanas como nenhum outro processo ou fator consegue. A educação, por exemplo, nada mais é do que o desenvolvimento diário da mente, disciplinando-a através do desafio de novas dificuldades apresentadas ao aluno, que ele precisa superar. No instante em que uma lição ficou fácil para ele, é necessário que avance para uma que seja mais elevada, com maior grau de dificuldade. É quando encontramos obstáculos e os superamos que nossas realizações mais valiosas são produzidas.

Na comunicação com Deus, não é diferente. Se o filho de Deus só precisa ajoelhar-se, fazer um pedido e levantar-se com a resposta na mão, que prejuízo incalculável resultaria à vida espiritual! A dificuldade e a demora que requerem oração persistente é que são responsáveis pela verdadeira riqueza e bem-aventurança da vida celestial. É ali que descobrimos quão pouco prazer temos na comunhão com Deus e a pobreza da nossa fé nele. Percebemos como nosso coração ainda está preso à terra, insensível espiritualmente, quase destituído do Espírito Santo de Deus.

Somos confrontados com nossa própria fraqueza e indignidade e aprendemos a permitir que o Espírito de Deus ore através de nós. Começamos a tomar o nosso lugar em Cristo Jesus e a permanecer nele, como nossa única súplica ao Pai. É lá que nossa vontade própria, nossa força e nossa bondade são crucificadas. Lá também somos ressuscitados em Cristo para novidade de vida, toda nossa vontade dependendo de Deus e focada em sua glória. Louvemos a Deus, portanto, pelas dificuldades e pela necessidade de oração importunadora como um dos meios preferidos de Deus para nos conduzir à graça.

Pense por um pouco no que o próprio Senhor Jesus recebeu através das dificuldades que encontrou no seu caminho. No Getsêmani, parecia que o Pai não o queria ouvir; ele, então, orou com mais intensidade, até que foi ouvido (Hb 5.7). No caminho vivo que abriu para nós, ele aprendeu a obediência através das coisas que sofreu e, dessa forma, foi aperfeiçoado (Hb 5.8,9). Sua vontade foi entregue a Deus, sua fé em Deus, provada e fortalecida, o príncipe deste mundo, com todas suas tentações, vencido.

É este o novo e vivo caminho que ele consagrou para nós. É na oração persistente que andamos com Jesus e tornamo-nos participantes do seu próprio espírito. Oração é um dos meios para sermos crucificados, sendo participantes da cruz de Cristo, entregando nossa carne à morte. Ó cristãos, não nos envergonhamos da nossa relutância em sacrificar a carne, a vontade e o mundo, para nos dedicarmos à oração persistente? Não devemos aprender a lição que tanto a natureza quanto Jesus querem nos ensinar? A dificuldade da oração importunadora é o mais alto privilégio que podemos ter. As dificuldades a serem superadas nela são responsáveis pelas mais ricas bênçãos.


Fonte: reieterno.com.br

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Pureza cristã


                                                  Pureza

Senhor, quem habitará no teu tabernáculo? Quem morará no teu santo monte? Aquele que anda sinceramente, e pratica a justiça, e fala a verdade no seu coração. Aquele que não difama com a sua língua, nem faz mal ao seu próximo, nem aceita nenhum mal contra o seu próximo; Que despreza o procedimento do ímpio; mas honra os que temem ao Senhor; aquele que jura com dano seu, e contudo não muda. Aquele que não dá o seu dinheiro com usura, nem recebe peitas contra o inocente. Quem faz isto nunca será abalado.
Salmo 15: 1-5


Quem subirá ao monte do Senhor, ou quem estará no seu lugar santo? Aquele que é limpo de mãos e puro de coração, que não entrega a sua alma à vaidade, nem jura enganosamente. Este receberá a bênção do Senhor e a justiça do Deus da sua salvação.
Salmo 24:3-5
O Senhor nos ordena a purificação. Deve ser um desejo profundo em nosso ser. Jesus disse: “Bem-aventurados os limpos de coração, porque eles verão a Deus” (Mat. 5:8) , ou seja, quem não for limpo de coração NÃO verá a Deus. Eis aqui um assunto que ao qual devemos estar atentos, pois ele faz a diferença entre a vida e a morte.

Davi clamou a Deus pelo desejo de um coração puro, este também deve ser o nosso desejo: “Cria em mim, ó Deus, um coração puro, e renova em mim um espírito reto” Salmo 51:10.

O Senhor tem uma ordem para nós: “Lavai-vos, purificai-vos, tirai a maldade de vossos atos de diante dos meus olhos; cessai de fazer mal” Is. 1:16.

A pureza tem dois passos:

Santificação – Conduz à pureza
Confissão – Mantém a pureza

A Santificação tem uma base

Compromisso. Vivemos em uma geração que não tem compromisso, tudo se tornou frágil e é rompido sem cerimônias. Mas, isto não pode acontecer entre os filhos de Deus. Temos uma aliança eterna com Deus, esta aliança nos leva a um compromisso de vida que nos conduzirá a purificação, que compreende:

1. Rendição completa a Palavra de Deus

“Com que purificará o jovem o seu caminho? Observando-o conforme a tua palavra. Com todo o meu coração te busquei; não me deixes desviar dos teus mandamentos. Escondi a tua palavra no meu coração, para eu não pecar contra ti.” Salmos 119:9-11.

2. Uma vida de oração e jejum

“Vigiai, pois, em todo o tempo, orando, para que sejais havidos por dignos de evitar todas estas coisas que hão de acontecer, e de estar em pé diante do Filho do homem.” Lucas 21:36

3. Fugir do mal e da aparência dele.

“Fugi de toda a aparência do mal. E o mesmo Deus de paz vos santifique em tudo; e todo o vosso espírito, e alma, e corpo, sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo.” I Tess. 5:22-23

4. Separação do mundo

“Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele.” I João 2:15

5. Uma Consciência divina

“Ora, o fim do mandamento é o amor de um coração puro, e de uma boa consciência, e de uma fé não fingida.” I Tim. 1:5

6. Busca da comunhão cristã (Aquela em que a glória do Senhor se manifesta e não aquela que funciona como um entretenimento).

“Purificando as vossas almas pelo Espírito na obediência à verdade, para o amor fraternal, não fingido; amai-vos ardentemente uns aos outros com um coração puro.” I Pedro 1:22

A Confissão tem como função a manutenção da pureza. O cristão um dia passou pela experiência no novo nascimento, onde sua vida foi lavada pelo sangue de Jesus, que purifica todo o pecado. Mas ainda vivemos em um corpo pecaminoso e temos que diariamente nos purificar das sujeiras que nossa carne produz.

“Mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado. Se dissermos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e não há verdade em nós. Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça.” I João 1: 7-9

“O que encobre as suas transgressões nunca prosperará, mas o que as confessa e deixa, alcançará misericórdia.” Provérbios 28:13

“Confessai as vossas culpas uns aos outros, e orai uns pelos outros, para que sareis.” Tiago 5:16

“Portanto, nada julgueis antes de tempo, até que o Senhor venha, o qual também trará à luz as coisas ocultas das trevas, e manifestará os desígnios dos corações dos homens; e então cada um receberá de Deus o louvor.” I Coríntios 4:5

“Bem-aventurado aquele cuja transgressão é perdoada, e cujo pecado é coberto. Bem-aventurado o homem a quem o Senhor não imputa maldade, e em cujo espírito não há engano. Enquanto eu me calei, envelheceram os meus ossos pelo meu bramido em todo o dia. Porque de dia e de noite a tua mão pesava sobre mim; o meu humor se tornou em sequidão de estio. Confessei-te o meu pecado, e a minha maldade não encobri. Dizia eu: Confessarei ao Senhor as minhas transgressões; e tu perdoaste a maldade do meu pecado”. Salmo 32: 1-5

“ORA, amados, pois que temos tais promessas, purifiquemo-nos de toda a imundícia da carne e do espírito, aperfeiçoando a santificação no temor de Deus.”
II Coríntios 7:1 
 
Fonte: www.reieterno.com.br
 
 
 
 
 
 

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Estar na Casa do Senhor


A alegria de ir à congregação estar com Cristo e com os irmãos não deve ser esquecido ou trocado por nossos desejos e vontades. Alegrei-me quando me disseram: Vamos a Casa do Senhor.

Misericórdia

Graça e paz amados.
Jesus em Mateus 12.7 diz aos fariseus: Se vós soubesseis que misericórdia quero e não sacrificio não condenaria os inocentes. Essa resposta veio à eles porque os discipulos de Jesus estavam comendo em um dia de sábado.
Quando nos tornamos legalistas e melhores em "santidade externa", corremos o risco de agir como esses fariseus, que coavam um mosquito (observavam os mínimos detalhes) e engoliam um camelo (não viam a trave que estavam em seus próprios olhos).
Estamos vivendo dias difíceis. Onde a santidade e modelo de "agradar" a Deus tem destruido e condenado milhares de inocentes por eles não seguirem a doutrina dos fariseus. Jesus nos ensinou que o modelo de santidade deve vir primeiro pelo interior, pois do coração procedem as saídas da vida incluindo tudo que contamina o homem. Hpócritas, porque não lavam o interior do copo para o exterior também estar limpo? Do que adianta vivermos aos olhos dos outros como "homens e mulheres de Deus" e por dentro sermos sepulcros, podres, sem vida e misericórdia.
Temos vivido dias de Jonas, onde se tem mais compaixão e misericordia de coisas fúteis do que almas que muita das vezes não sabem discernir o certo do errado, entre a mão direita da esquerda.
Muitos vivendo de fardos e ordenanças de homens, cumprindo rituais humanos que tem aparencia de piedade, mais para nada presta senão para satisfação carnal ( Colossenses 2.23).

Bem aventurado os misericordiosos porque eles alcançarão misericórdia. Porque o juízo será sem misericórida sobre aqueles que não exercitaram misericórdia.

Maranata! Ora vem Senhor Jesus.

Pr Jeferson Rangel

domingo, 19 de agosto de 2012

O dever de anunciar o evangelho


Missões
Texto: Atos 1.8: “Mas recebereis a virtude do Espírito Santo que há de vir sobre vós, e ser-me-ei  testemunhas tanto em Jerusalém, como em toda a Judéia e Samaria e até os confins da terra”.
Introdução:
Quando falamos de missões, talvez o primeiro pensamento que nos vem a cabeça seja África, Amazonas, tribos indígenas, China e outros lugares fora do Brasil. Mais seria somente isso missões? Em palavras bem resumidas, missão é levar Deus ao coração das pessoas, não importa o lugar, até porque Jesus veio ao mundo para salvar o pecador, e Ele é o missionário por excelência que cumpriu sua missão na cruz dizendo: está consumado.
A igreja (conjunto de pessoas salvas, alcançadas pelo evangelho), recebeu a responsabilidade de continuar fazendo missões: apresentando Cristo ao mundo.
John Wesley disse: “Tua única tarefa na terra é esta: ganhar almas”, Spurgeon disse que todo cristão é um missionário ou um impostor.

1-      JERUSALÉM, JUDÉIA, SAMARIA E CONFINS DA TERRA.

Jesus ordenou seus discípulos primeiro se revestirem de poder para antes testemunhar da sua pessoa e obra. O revestimento de poder concedeu à eles autoridade e ousadia para enfrentar o mundo e o sistema dominado pelas trevas. A extensão desse testemunho foi dada por Cristo: Jerusalém, Judéia, Samaria e confins da terra.
Jerusalém seria o local em que eles estavam, seria a primeira pregação, aqueles que estavam ali ao lado vendo a manifestação de Deus na vida daqueles discípulos. Aprendemos aqui que a primeira pregação deve ser entre os nossos, a missão deve começar pela nossa casa, no nosso bairro, entre nossos vizinhos, testemunhando das maravilhas do Senhor entre aqueles que nos conhecem, portanto, Jerusalém seria a missão local.
Em Atos 8. 1,4,5 nós vemos que a igreja começou a se locomover, e as cidades que foram citadas como o local que aqueles discípulos foram, foi exatamente essas duas. Os apostolo ficaram, mais a missão já começava acontecer por intermédio daqueles primeiros cristãos, testemunhando da encarnação, morte e ressurreição de Cristo. Judéia e Samaria seriam estados e capitais que a igreja alcançaria.
Os confins da terra também seriam alcançados. Em Atos 11.19-21, a perseguição levou os cristãos a expandirem o evangelho para outros países, confirmando assim a palavra de Jesus que o evangelho seria pregado em todo o mundo, então viria o fim (Mt 24.14). OS confins da terra representam o mundo.

2-      TODO CRISTÃO É UM MISSIONÁRIO.
Assim que se alguém está em Cristo nova criatura é, as coisas velhas se passaram eis que tudo se fez novo, a partir daí, temos a grande comissão dada por Cristo relatada em Mateus 28.18-20, Marcos 16. 15 e Lucas 24. 47-49. Ninguém pode fugir desta responsabilidade. A vontade de Deus é que todos venham ao conhecimento da verdade e se salvem. E há de ser que todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo. Mais como invocarão naquele que não creram? Como crerão naquele que não ouviram?E como ouvirão se não há quem pregue? A fé vem pelo ouvir e ouvir a palavra de Deus. Devemos anunciar a palavra a todos quantos o Senhor nos enviar ou que vierem até nós.

3-      A CONFUSÃO QUANTO AO CHAMADO.
Não há como refutar que a igreja deve ser uma igreja missionária. Se alguém assim o nega, vai contra os princípios da palavra e da ordenança do Salvador.
Mais existe a vocação dada por Deus. Efésios 4.11 Paulo diz que uns foram chamados para profetas, pastores, doutores e mestres, há diversidade de dons e ministérios. Diante disso devemos separar os limites dado por Cristo e ver nossa posição: Jerusalém (local), Judéia (estado), Samaria (capital), confins da terra (mundial).
Jamais podemos sair ao campo, seja ele um vizinho nosso ou um parente, de qualquer maneira, ninguém pode sair ao campo de batalha despreparado. Mais todos nós temos área de atuação para fazer missões.
Não esquecendo que o chamado parte pela vontade do Espírito Santo: “Apartai-me a mim, Paulo e Barnabé para a obra que vos tenho chamado”, disse o Espírito Santo. Rogai ao Senhor da seara que envie ceifeiros para sua ceara.

4-      O PERFIL DE UM MISSIONÁRIO.
A tarefa de pregar a palavra deve ser vista como amor, zelo e dedicação. Jamais devemos fazer por obrigação. Estamos lidando com almas eternas. Vidas compradas pelo sangue de Jesus.
Aos que são chamados para os confins da terra, dialetos, cultura, língua, costumes serão necessários para a eficácia da missão. Mais iremos aprender que Cristo espera que façamos missões é já, com aquilo que Ele nos fez de imediato: a libertação das trevas e a conversão do nosso coração.
Em Marcos 5. 1-20 relata a historia de um homem possesso de demônios, sem vida, sem esperança. Cristo vai de encontro a este homem, o liberta, o deixa em perfeito estado e nos versículos 19 e 20, Cristo ordena ele anunciar o que havia acontecido em sua vida. Começando em Jerusalém (os teus) e alcançando Judéia e Samaria (Decápolis).  Este homem não tinha teologia, convívio com irmãos, freqüência em cultos, mais o que mais ele podia querer se tudo ele já possuía em seu coração: gratidão e amor por Cristo.

Em João 9, temos um capitulo inteiro dedicado a um homem cego de nascença que foi milagrosamente curado por Cristo, e durante este capítulo, vemos ele fazendo missões durante 6 vezes, persuadindo até mesmo os judeus a se tornarem cristão. Este homem nunca viu sequer uma letra da lei, nunca teve contato com Cristo ou seus discípulos, mais a gratidão pela sua visão estabelecida, e o nome de Jesus na sua vida, o tornou um dos missionários mais lidos na era cristã.

5-      A INTERCESSÃO PELOS CONFINS DA TERRA.
Não podemos esquecer que somos um corpo, unidos pelo cabeça que é Cristo. Podemos estar em Jerusalém, mais nossos irmãos estão pela Judéia, Samaria e confins da Terra anunciando o nome do Salvador. Hoje no Brasil temos liberdade de pregação mais muitos deles estão sendo martirizados, perseguidos e torturados pelo evangelho.
Assim com a igreja fazia constante oração por Pedro na prisão em Atos 12.5, e um anjo o livrou, devemos nós também interceder em favor dessas famílias e homens que levam o evangelho à todas as nações.

Conclusão:
A missão é dada a todos, descubra sua área de atuação e anuncie as maravilhas que o Senhor tem feito em sua vida.

Pastor Jeferson Rangel

sábado, 18 de agosto de 2012

Pérgamo


A igreja de Pérgamo : Apocalipse 2. 12-17
“o perigo da igreja se envolver com o mundo”
Introdução:
Aqui temos a 3º carta da revelação de Cristo às igrejas da Ásia. Mais uma vez Cristo, o cabeça e aqui apresentado como Aquele que tem uma espada aguda de dois fios, irá manifestar o seu veredicto acerca daquela igreja ao anjo da mesma.
Cristo ressalta suas virtudes, expõem seus pecados, os chama ao arrependimento e faz promessas gloriosas ao que vencer. E aprenderemos aqui, como era o dia-a-dia daquela igreja na sua adoração, comportamento e posição diante dos inimigos do evangelho.
**
Como uma igreja pode permanecer na verdade, firmada, alicerçada somente nas Escrituras e nada além do que o mundo quer apresentar? Será isso possível nestes dias de corações frios, incrédulos, rebeldes e corações obstinados a viver segundo o curso deste mundo? Essa era uma realidade que a igreja de Pérgamo enfrentava, e certamente nós estamos vivendo a mesma realidade. Qual deve ser nossa posição diante disso?
O ponto central da carta é alertar a igreja de Pérgamo acerca do perigo de se desviar dos princípios sagrados e permitir as heresias e doutrinas mundanas corromper a igreja do Senhor.
Pergamo era uma cidade cultural, contava com uma biblioteca com mais de 200,000 volumes, era na época, a segunda maior biblioteca do mundo. Assim como as outras cidades da Asia, Pergamo também possuía templos dedicados a deuses, o mais famoso era templo consagrado ao deus Zeus, onde todos os dias se levantavam fumaça dos sacrifícios a esse deus.
Havia também culto ao imperador e uma observação é importante relatar:
Uma vez por ano, os súditos deviam ir ao templo de César e queimar incenso dizendo: "César é o Senhor". Depois, podiam ter qualquer outra religião. Havia até um panteão para todos os deuses. Isso era símbolo de lealdade a Roma, uma cidade eclética, de espírito aberto, onde a liberdade religiosa reinava desde que observassem esse detalhe do culto ao imperador.
Em Pérgamo havia o trono de satanás:  O que vem a ser esse trono? Nada menos que a cidade entregue à mente de satanás. Onde há o trono de satanás, impera o misticismo, engano, sedução, mentiras e a perseguição ao povo de Deus. Veja como tudo isso era realizado naquela cidade:
Em Pérgamo estava um panteão onde vários deuses eram adorados. Isso atentava contra o Deus criador. Em Pérgamo as pessoas buscavam a cura através do poder da serpente. Isso atentava contra o Espírito Santo, de onde emana todo o poder. Em Pérgamo estava o culto ao Imperador, onde as pessoas queimavam incenso e o adoravam como Senhor. E isso conspirava contra o Senhor Jesus, o Rei dos reis e Senhor dos senhores. Assim era o estado espiritual de Pergamo. E era ali que a igreja de Cristo estava situada.

Cristo elogia o comportamento dos cristãos:
- Cristo conhece também a lealdade que a igreja lhe dedica. A despeito do poder do culto pagão a Zeus, a Esculápio e ao imperador, os crentes da igreja de Pérgamo só professavam o nome de Jesus. Eles tinham mantido suas próprias convicções teológicas no meio dessa babel religiosa. A perseguição religiosa não os intimidou. A igreja suportou provas extremas. Antipas, pastor de Pérgamo, segundo Tertuliano, foi colocado dentro de um boi de bronze e este foi levado ao fogo até ficar vermelho, morrendo o servo de Deus sufocado e queimado. Ele resistiu a apostasia até a morte.
 Cristo e as sua reprovações naquela igreja:
Dois grupos são citados por Cristo como responsaveis da contaminaçao da igreja e da sua reprovação: Os que seguem a doutrina de Balaão e os nicolaítas.
É importante salientar os dois estagios espirituais que a igreja de Pergamo passou:
1-      Eles vinham guardando a palavra e a doutrina de Cristo, mantendo-se fieis ao chamado de serem santos, separados.
2-      A estrategia de satanas mudou, ao invés de persegui-los, agora ele usaria a seduçao e o ecumenismo, e a igreja que antes se mantinha santa, passa a aceitar a influencia de satanas, trazendo assim a rejeição da parte do Salvador.

É importante lembrar sempre da carta aos hebreus no capitulo 2: Convem atentar com mais diligencia para as coisas que temos ouvido para que em tempo algum nos desviemos delas. A fidelidade a Cristo e à sua palavra não podem no decorrer dos anos de cristão mudarem, fiquemos atentos.

Doutrina de Balaão. O profeta chamado por Balaque para amaldiçoar Israel. Como O Espírito Santo é quem falava nos lábios do profeta, pois não se pode amaldiçoar o que Deus abençoou, Balaão aconselha Balaque a lutar não com tropas, mais a colocar entre os filhos de Israel mulheres sedutoras, que corromperam a adoração a Deus. Pergamo estava desse jeito: entregue a prostituiçao e as comidas sacrificadas.
Nicolaítas: o mesmo grupo que tentou influenciar a igreja de Éfeso, os efesios os odiavam, porém em Pergamo eles passaram a ter amizades e concordancia com suas suas doutrinas.
Eles ensinavam que podiam servir a Cristo de qualquer maneira, de viver como viviam os pagaos e incredulos, e quanto mais abusavam de seus corpos, maior seria o perdao, ensinavam que a graça podia ser vivida deliberalmente.

A advertencia.
A única maneira de se alcançar o perdão, a misericordia e o renovo com o Espírito Santo é atraves do arrependimento. Pergamo precisava voltar a santidade e expurgar o pecado de dentro da igreja.

O juizo.
Cristo vira batalhar com a espada da sua boca. Uma arma de dois fios, visitaria a todos, e aqueles que merecessem o juizo assim seria, e aos fiéis que permanecessem ou voltassem ao compromsso seriam poupados e teriam suas recompensas:

- Comer do mana escondido: Cristo, comunhao com Ele. O maná escondido refere-se ao banquete permanente que teremos no céu.
- Um pedra branca: a absolviçao. Era usada nos tribunais para veredicto dos jurados - A sentença de absolvição correspondia a uma maioria de pedras brancas e a de condenação a uma maioria de pedras pretas. O cristão é declarado justo, inocente, sem culpa diante do Trono de Deus.  Era usada como bilhete de entrada em festivais públicos - A pedrinha branca é símbolo da nossa admissão no céu, na festa das bodas do Cordeiro. Quem deixa as festas do mundo, vai ter uma festa verdadeira onde vai rolar alegria para sempre.
Pr Jeferson Rangel

Querer, nem sempre é poder.

 Mateus 13:58 - E não fez ali muitas maravilhas, por causa da incredulidade deles. Como cristãos tenho certeza que queremos que as pessoas v...